Cirurgia Robótica Colorretal

Cirurgia Robótica para Câncer Colorretal em São Paulo. Dr. Paulo Stevanato

Tecnologia avançada, precisão cirúrgica e expertise em casos complexos de câncer de cólon e reto.

SSO 2025-2026 • Annals of Surgical Oncology

O grupo publicou e validou internacionalmente a técnica RISS (Robotic Intracorporeal Single-Stapled Anastomosis) para anastomose colorretal robótica - com redução de 67% nas fístulas anastomóticas. A publicação foi reconhecida entre as principais do periódico em 2025/2026.

Referência: Stevanato Filho PR et al. Annals of Surgical Oncology, 2026; 33:1935–1945. Open Access. DOI: 10.1245/s10434-025-18742-3

Top Rated Video SSO 2026 • Annals of Surgical Oncology

Robotic Intracorporeal Single-Stapled (RISS) apresentado em plenária no Annual Meeting, Phoenix - EUA.

O que é

Cirurgia Robótica Colorretal

A cirurgia robótica colorretal utiliza o sistema Da Vinci Xi, com visão tridimensional de alta definição, ampliação de até 10 vezes e instrumentos com sete graus de liberdade - para remover tumores com precisão e o mínimo de impacto ao organismo.

Para o câncer de reto, em particular, a robótica oferece vantagens concretas sobre a cirurgia laparoscópica convencional: a pelve é um espaço anatomicamente restrito, os nervos responsáveis pelas funções urinárias e sexuais são delicados, e a construção da anastomose exige precisão que os instrumentos robóticos amplificam.

Evidência Científica: Estudo real (Jama, 2025)

O estudo multicêntrico randomizado REAL (JAMA, 2025) - o mais robusto já conduzido nessa área - comparou cirurgia robótica e laparoscópica em 1.240 pacientes com câncer de reto médio e baixo. Os resultados demonstraram que a cirurgia robótica reduziu a taxa de recorrência locorregional em 3 anos em 55% (p = 0,025) e aumentou a sobrevida livre de doença (p = 0,035). O estudo evidenciou ainda melhor preservação das funções urinárias e sexuais nos pacientes operados por via robótica.

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Inovação do grupo cirúrgico

A fístula anastomótica - o vazamento na junção cirúrgica entre os segmentos intestinais - é a complicação mais temida da cirurgia de câncer de reto. Pode exigir reoperação de emergência, prolongar a internação e impactar o prognóstico oncológico. A técnica RISS resolve um problema específico da técnica convencional de duplo grampeio: ao cruzar duas linhas de grampos na pelve profunda, cria-se um ponto de tensão e isquemia que eleva o risco de vazamento. A RISS realiza a anastomose inteiramente por via robótica intracorporal, com grampeador único, sem cruzamento de grampos, com margens precisas e melhor custo-efetividade.

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Os números abaixo mostram os resultados clínicos comparativos publicados e validados internacionalmente pelo grupo cirúrgico:

Fístula anastomótica em 90 dias
Necessidade de reintervenção cirúrgica
Morbidade pós-operatória geral
Tempo de internação
Margens oncológicas positivas
Risco por grampeamento extra
Redução de 67% (p = 0,032)
Redução de 86% (p = 0,025)
Redução de 37% (p = 0,014)
Significativamente menor com RISS (p < 0,0001)
Zero - controle oncológico equivalente
+62% de risco de fístula por disparo adicional (OR 1,62; p = 0,016)

Fonte: Stevanato Filho PR et al. (Grupo Hospital de referência oncológica). Annals of Surgical Oncology, 2026. Top Rated SSO 2026. DOI: 10.1245/s10434-025-18742-3 (Open Access)

A credencial que diferencia

Dois diferenciais raramente encontrados em um mesmo cirurgião

  • Proctor certificado pela Intuitive e pela SBCO em cirurgia robótica oncológica - treina e certifica outros cirurgiões.
  • Publicações, validadas e premiadas internacionalmente que contribuem em centros no mundo replicam a metodologia.

Para o paciente, isso significa que seu cirurgião não apenas usa a tecnologia - integra grupos que definem consensos, estudos e diretrizes de como ela deve ser utilizada de forma segura e fundamentada.

Indicações e Benefícios

  • Câncer de reto: situações em que a RISS oferece máxima vantagem anastomose na pelve profunda sem cruzamento de grampos.
  • Pacientes obesos: a robótica supera limitações da laparoscopia em pelve estreita.
  • Tumores localmente avançados: experiência com RISS mesmo em estágios avançados após neoadjuvância.
  • Estenose anastomótica prévia: técnica publicada resolvendo situações específicas de pacientes.
67% menos fístula anastomótica86% menos reintervençãoAlta hospitalar precocePreservação nervosa superiorControle oncológico preciso
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Perguntas frenquentes

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