Câncer Colorretal

Câncer Colorretal - Diagnóstico, Estadiamento e Cirurgia em São Paulo

O câncer colorretal é o segundo tipo de câncer mais frequente no Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Envolve tumores malignos que se originam no intestino grosso (cólon) ou no reto. Quando diagnosticado em estágios iniciais, apresenta altas taxas de cura - o que torna o diagnóstico precoce um fator determinante no prognóstico.

O que é

O que é o Câncer Colorretal

O câncer colorretal é o segundo tipo de câncer mais frequente no Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Envolve tumores malignos que se originam no intestino grosso (cólon) ou no reto. Quando diagnosticado em estágios iniciais, apresenta altas taxas de cura - o que torna o diagnóstico precoce um fator determinante no prognóstico.

O tratamento é multidisciplinar e individualizável. Envolve avaliação clínica, colonoscopia, exames de imagem (tomografia e ressonância), dosagem de marcadores, estadiamento TNM, discussão em Tumor Board oncológico e definição da melhor estratégia: cirurgia primária, quimioterapia neoadjuvante seguida de cirurgia, ou outras combinações. A cirurgia continua sendo o pilar central do tratamento com intenção curativa na maioria dos casos.

Rastreamento e Diagnóstico Precoce

A colonoscopia é o exame padrão-ouro para detecção precoce e remoção de pólipos antes que se tornem malignos. As diretrizes brasileiras e internacionais recomendam: • Início do rastreamento aos 45 anos na população geral • Início mais precoce (35–40 anos) em pacientes com histórico familiar de câncer colorretal ou pólipos • Rastreamento especializado para portadores de síndromes hereditárias (Lynch, PAF)

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Sinais de alerta
Rastreamento e Diagnóstico Precoce

A maioria dos casos de câncer colorretal em estágio inicial não causa sintomas evidentes - por isso a colonoscopia de rastreamento é fundamental. No entanto, os seguintes sinais devem motivar avaliação médica imediata: • Sangramento retal ou sangue nas fezes (vermelho vivo ou escuro) • Mudança persistente no hábito intestinal - diarreia, constipação ou alternância entre as duas • Sensação de evacuação incompleta após ir ao banheiro • Dor ou desconforto abdominal sem causa aparente • Emagrecimento involuntário • Anemia inexplicada ou cansaço excessivo

A presença de um ou mais desses sintomas não confirma o diagnóstico - mas indica que uma avaliação especializada é necessária. O diagnóstico precoce é o principal fator de cura.

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A credencial que diferencia

Dois diferenciais raramente encontrados em um mesmo cirurgião

  • A qualidade da cirurgia - em especial a execução da Excisão Mesoretal Total (TME) e a extensão da dissecção linfonodal - é um dos fatores prognósticos mais relevantes no câncer colorretal.
  • Cirurgiões com alto volume cirúrgico, dedicados exclusivamente à oncologia e com acesso à tecnologia adequada apresentam melhores desfechos em estudos comparativos.
  • Segunda Opinião em Câncer Colorretal: Quando faz sentido buscar uma segunda opinião? Receber um diagnóstico de câncer colorretal é impactante. Em tumores de reto, em casos localmente avançados ou quando a cirurgia proposta envolve colostomia definitiva, uma segunda avaliação com cirurgião oncológico especializado pode confirmar o plano - ou apontar alternativas.

Buscar segunda opinião não atrasa o tratamento - ela garante que a primeira decisão seja a mais adequada para o seu caso.

Indicações e Benefícios

  • Tipos de Câncer Colorretal Tratados:
  • Câncer de cólon - direito, transverso, esquerdo e sigmoide
  • Câncer de reto alto, médio e baixo
  • Tumores colorretais localmente avançados
  • Tumores colorretais com metástases hepáticas
  • Tumores com carcinomatose peritoneal (ver página HIPEC)
  • Tumores colorretais hereditários - Síndromes de Lynch e PAF
  • Tumores do Canal Anal
  • Abordagens Cirúrgicas:
  • Cirurgia robótica (Da Vinci X e Xi): técnica preferencial para reto - Técnica RISS
  • Cirurgia Robótica no Câncer Colorretal e em pacientes com cirurgia prévia
  • Videocirurgia laparoscópica: alternativa minimamente invasiva para cólon
  • Cirurgia aberta: indicada em situações específicas por fatores anatômicos ou clínicos, como por exemplo, cirurgia de citorredução e HIPEC
  • Excisão Mesoretal Total (TME): padrão ouro no tratamento do câncer de reto
Diagnóstico precoce é curaCirurgia de alta complexidadeTecnologia Da Vinci X e XiTécnica RISS disponívelTumor Board oncológico
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